Cases
17 análises sobre Cases no blog da Viver de IA, com dado real de empresas brasileiras.
- Contador que vira software: a jogada da ACP Contábil que trava churn. Quando você resolve um custo que o cliente paga pra terceiros, você deixa de ser fornecedor e vira infraestrutura.
- O gargalo não era o lead frio, era a repetição: o que a InvestSmart XP ensina sobre qualificação. Automatizar a triagem antes do humano e transformar cálculo manual em visualização é o que separa consultoria financeira que escala de consultoria que trava.
- O que a Vertix Flow ensina sobre vender mais sem contratar mais. Automatizar o fechamento de vendas libera gente cara pra fazer o que máquina não faz.
- O contrato societário que custava 45 minutos: por que automatizar o processo errado quebra a conta. A ACP Contábil pegou a tarefa repetitiva de maior atrito e transformou em ganho recorrente, e isso revela onde a maioria das empresas erra a mira.
- O que um bloco de carnaval ensina sobre ERP: planilha não aguenta pico de demanda. Operação sazonal expõe gargalos que a operação do dia a dia disfarça, e foi nesse estresse que a Sunter encontrou R$ 90.000 de economia.
- O escritório de contabilidade que parou de comprar software e começou a construir o seu. O que a ACP Contábil ensina sobre transformar conhecimento técnico em produto sem depender de fornecedor.
- Quando construir o próprio software custa menos que alugar o dos outros. A ACP Contábil trocou ferramentas financeiras terceirizadas por um ERP proprietário e cortou R$ 3.200 por mês de custo recorrente.
- O canhoto de nota fiscal vale R$ 300 mil que sua indústria está jogando fora. O caso da Emballerge mostra que o gargalo financeiro de uma indústria raramente está na produção, está no rastro de papel que ninguém controla.
- O preço do software de saúde quebra quando alguém olha pra estrutura de custo, não pro recurso. O que a Seprorad ensina sobre transformar gargalo operacional de um setor inteiro em produto escalável com IA.
- Onboarding sem contrato assinado é dívida jurídica disfarçada de agilidade. O que a Digital Presenc X ensina sobre transformar a entrada do cliente em ativo, não em risco.
- Agência que troca mão de obra por fluxo de IA economiza R$ 72 mil sem cortar qualidade. O caso da H2Web mostra que o gargalo da agência não é talento, é processo manual repetido mil vezes.
- O gargalo da sua operação não é o serviço, é a planilha que controla ele. O que o caso do Hotel Chocoland Gramado ensina sobre digitalizar agendamento antes de tentar escalar experiência.
- O ERP não foi feito pro seu pós-venda. A Ecodist resolveu isso construindo o que faltava. Quando o sistema central não cobre a operação real, o problema não é o ERP, é o vão entre ele e o campo.
- O trabalho que sua equipe odeia é o melhor lugar pra começar com IA. A EMR automatizou a tarefa mais chata da operação primeiro e por isso colheu resultado, não slide de PowerPoint.
- Empresa de IA que não mede a própria IA está pilotando no escuro. O case da Digital Presenc X mostra que o gargalo de quem opera agentes inteligentes raramente é o modelo, é a falta de painel.
- Dado espalhado em três sistemas custa mais caro que ferramenta nenhuma. O que a Gleebem ensina sobre transformar fragmentação de dados em previsibilidade financeira e controle de churn.
- O tempo de resposta é a métrica que decide quem fecha venda em saúde. O case da Aurum AI mostra que velocidade de atendimento vale mais que volume de leads quando você paga tráfego.